Campanha contra a Aids

Ao longo de mais de 20 anos de epidemia, o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a deixar de associar a aids à morte em suas campanhas. Ao contrário dessa tendência, no País a comunicação sobre a aids passou a privilegiar o respeito aos direitos humanos, a informação, a valorização da auto-estima e o incentivo ao uso do preservativo.

Além desse diferencial no enfoque dado à doença, temas considerados tabus foram abordados nas campanhas de aids do Brasil: campanhas voltadas para homens que fazem sexo com homens (2002), para mulheres adolescentes que não têm vergonha de comprar o preservativo (2003) e até uma campanha em que um homem conversa com o próprio pênis (1994). Todas elas foram consideradas polêmicas por sua ousadia.
Alguns fatores fundamentais como dados epidemiológicos, pesquisas de comportamento e a participação da sociedade civil pautam o processo de construção de uma campanha.

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